Street view - Canela /RS - Em 2011

Postagens com um pouco da história de Canela:

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Castelinho Caracol



O Castelinho Caracol, uma das primeiras residências do município de Canela, foi construído no inicio do Séc.XX, entre 1913 e 1915, por Pedro Carlos Franzen casado com Luiza Sommer. O casal teve seis filhos: Fernando, Alfredo, Cora e Ivone nascidos no Caracol, Irene a mais velha, que permaneceu no Castelinho e
Anita, ambas nascidas em Sesmaria Machado.
A residência foi construída em madeira de araucária, pinheiro típico da região com sistema de encaixes e parafusos, sem o uso de pregos. A madeira recebeu um tratamento de imersão, durante seis meses, na água do Arroio Caracol; tratamento biológico para, após, ser serrada e seca naturalmente, na sombra, para se tornar duradoura.
Depois disto foi trabalhada, cortada de acordo a servir a construção da residência, em forma de um pequeno Castelo. Com dezoito ambientes, no primeiro pavimento encontram-se quartos, sala de jantar, sala de música, o banheiro e a cozinha. No segundo pavimento o destaque fica para o quarto de costura, onde Castelinho Caracol, preserva móveis e utensílios da época de seus moradores, as paredes intactas, mesmo com o passar do tempo - quase um século!- mostram que a construção é resultado de técnica, conhecimento e beleza.
as filhas de Pedro e Luiza Franzem faziam os vestidos costuravam as capas das cobertas de pena. As penas para a confecção de travesseiros e cobertas secavam na torre, também no pavimento superior, onde se tem uma vista de180º para o vasto verde do entorno. O
 Um recorte antigo de jornal define o estilo arquitetônico como "misto de cottage escocesa e casa alpina do Tirol". Salas no primeiro e segundo piso exibem o fino mobiliário de antanho, cristais e porcelanas, instrumentos musicais, roupas e brinquedos como antigos patinetes.
O museu esta aberto desde 1985. Os turistas que visitam o CASTELINHO CARACOL, podem testemunhar o modo de vida dos descendentes de imigrantes alemães. No parque vislumbre a mata nativa, a primeira casa da família antes do Castelinho ser concluído, a serraria onde Pedro Franzen trabalhava, os galpões, o Armazém dos Serradores, as casa dos imigrantes alemães um passeio imperdível, como se fosse um verdadeiro retorno ao passado!
http://www.castelinhocaracol.com.br/pt
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Semana da Raça 1934

Enfim, a 15 de julho de 1934, o Brasil ganhava nova Constituição e a Assembléia confirmava Getúlio Vargas na presidência.
Com a Constituição de 1934, a questão social passou a assumir grande destaque no país: direitos democráticos foram conquistados, a participação popular no processo político aumentou, as oligarquias sentiram-se ameaçadas pela crescente organização do operariado brasileiro e de suas reivindicações. Nessa conjuntura registrou-se a primeira grande campanha nacional em que a Imprensa esteve envolvida.
O novo Presidente atendeu aos interesses dos tenentistas e nacionalistas, na medida em que promoveu a modernização das instituições sociais.
A tendência então no Rio Grande do Sul era de superar o isolacionismo econômico e político em que até então se mantivera. A indústria e a agricultura conquistariam gradativamente relevo no confronto com a estância. A criação do Banco do Rio Grande do Sul reanima as atividades pecuárias e agrícolas do estado e a vida do país retornada à normalidade constitucional.
O governo conquista confiança do povo o que repercuti de imediato em todo o país, sensibilizando a opinião e atraindo a simpatia do povo, em diversas manifestações pelo pais, inclusive em “Canella
A foto mostra um desfile da época, onde seria a continuação da  Rua Melvin Jones, trecho que hoje faz parte da praça João Corrêa em Canela / RS e que ao que parece fazia parte deste movimento nacional.
NG Canela (0021)
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Auto Canela 1947


Em 28 de fevereiro de 1947 por um grupo de empreendedores de Canela, atraídos pela movimentação intensa de caminhões que transportavam madeira da região resolveram instalar uma oficina mecânica na cidade.
Primeira oficina - Origem da Auto Canela -1947
Em 1957, após grandes esforços e negociações, a General Motors do Brasil concedeu a concessão para comercializar e prestar assistência à marca Chevrolet na grande região da Serra Gaúcha, o que representou um marco para a jovem empresa.
O primeiro automóvel, o Opala, veio somente 10 anos mais tarde.
A denominação Auto Canela deu-se em primeiro de setembro de 1960 que deu origem Grupo Sinoserra que é hoje considerado o maior grupo de concessionárias do Rio Grande do Sul.

NG Canela (0020) 

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Slogan de Canela



No ano de 1984, durante as comemorações dos 40 anos de Emancipação Política de Canela, entre inúmeras atrações que constaram da programação oficial, havia um concurso para se escolher um “slogan” para Canela.  O concurso criado pela Prefeitura Municipal foi amplamente divulgado pela imprensa e entidades da comunidade. O “slogan” tinha como objetivo ser usado em cartazes, faixas e documentos não só pela Prefeitura, mas em toda e qualquer correspondência expedida.
Para incentivar e atrair um maior número de concorrentes foi instituído pelos organizadores um prêmio que na época montava em R$ 50.000,00 (Cruzeiros moeda oficial da época).
Oneide Zorzin, funcionário da Rádio Clube de Canela foi quem venceu o concurso, com a frase 
“Canela por muitas razões”.
Numa época em que as cidades em sua maioria se auto-intitulavam, denominando e atribuindo a si mesmas títulos e honrarias muitas vezes de veracidade e origem duvidosas, eis que surge um dístico, sem falar de si próprio que disse tudo. Ou até mais, deixa os visitantes e turistas muito à vontade para por conta próprias, descobrir as belezas de Canela com seus cantos e encantos. Descobrir, inclusive, essas razões que com certeza o trouxeram até a Cidade de Canela.

Texto extraído (resumido) do Livro Canela Por Muitas Razões, de Pedro Oliveira, Marcelo Wasem Veeck e Antônio Olmiro do Reis – Segunda Edição – 2009.

Escritório Turístico de Canela (que hoje não existe mais) com a placa "Canela por muitas razões", na foto também aparece o busto do fundador de Canela, relocado para outro local nesta mesma Praça João Corrêa.



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Mundo a Vapor, sua história



Em 1950 estava nascendo o Parque temático Mundo a Vapor.

 Omar Urbani (filho mais velho do casal Urbani), com 16 anos de idade, faz as suas primeiras miniaturas, com sobras de material, e fora do seu horário de trabalho, que já exercia com o pai, na oficina. “Aprendemos olhando fazer”, diz Benito Urbani, hoje proprietário do Mundo a Vapor. Consertando, junto com o pai, as enormes locomoveis, algumas com até mais de 10 toneladas, ele e o irmão Omar criaram as miniaturas vivas. É assim que surge uma nova cultura, uma obra de arte, que hoje é orgulho da região! Meu pai foi um homem que passou suas vivências todas e viveu seu ideal de vida. Profissionalizou os filhos e deixou o perfil dos Urbani na marca de qualidade que hoje representa o Mundo a Vapor”.(Benito Urbani, diretor do Mundo a Vapor). O Mundo a Vapor foi uma idéia pioneira, com a temática das máquinas a vapor
e suas aplicações desde a Revolução Industrial. Mas nasceu dentro de uma oficina mecânica familiar que ainda hoje é motivo de orgulho desta mesma família e de Canela. Uma oficina e seus artesãos do metal. Os mesmos dons artesanais herdados dos antepassados que ficaram na Itália. Durante a juventude, os irmãos Benito e Omar Urbani, trabalhavam com o pai em uma oficina mecânica. A curiosidade de ver como todas aquelas peças juntas trabalhavam, fez com que a paixão pelas miniaturas despertasse. Hoje, passam todo o tempo pensando e construindo artesanalmente, peça por peça, as miniaturas. É a arte com paixão, herdada do pai Ernesto Urbani e do avô Giuseppe Urbani de Vicenza. São artistas de mecânica, colocando ao nosso convívio toda sua criatividade. O mais impressionante, é que essas miniaturas são produzidas a partir de fotos, visitas a fábricas e alguns rabiscos com giz numa das paredes de sua oficina. (créditos Marília Daros)
A História do Mundo a Vapor faz parte da história de Canela.
 Em 1924 a Estrada de Ferro atinge Canela, dentro das previsões do Cel. Corrêa, e o local começou, então, paulatinamente, a se tornar uma cidade de veraneio, recomendada por médicos de todo o Estado.
Passar as férias em Canela era uma forma de status para os porto-alegrenses. A região possuía cerca de 35 serrarias. As serrarias eram movidas através de grandes máquinas, chamadas locomóveis, que usavam o princípio da força motriz gerada através do vapor. Já nesta época Ernesto Urbani, o Patriarca do Mundo a Vapor, dava toda a assistência e consertava as locomóveis destas serrarias, além de fazer manutenção em outros tipos de máquinas e ferramentas. Os filhos de Ernesto Urbani (Omar, Benito e Hermes), criados dentro das oficinas do pai e apaixonados pelas máquinas a vapor, passaram a criar, artesanalmente, réplicas, imitando o processo industrial completo. A olaria, serraria, pedreira, siderúrgica, fábrica de papel, etc., eram máquinas com proporções exatas, detalhes perfeitos e apresentando todos os movimentos, com funcionamento mecânico completo, tal como as máquinas de tamanho original. Esses equipamentos, inéditos, conseguem replicar o processo de industrialização do mundo moderno, mas utilizando a força que provocou uma das maiores mudanças da história da Humanidade, através da Revolução Industrial – O Vapor!
 Fonte : http://www.mundoavapor.com.br/

NG Canela (0018) 
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Caravágio em Canela


A primeira Romaria e Festa em Honra a Nossa Senhora de Caravaggio de Canela aconteceu em 1960, logo depois que a Sra. Angela Rigotto doou a imagem da Santa e o Cônego João Marchezzi, então pároco da cidade, decidiu que a mesma deveria ficar no Parque Saiqui, hoje intitulado Santuário de Caravaggio de Canela.
No início da década de 60 foi construída a Capela, onde, até hoje, são celebradas missas durante o ano todo e é também o local em que os pagadores de promessas depositam muletas, capacetes, fotos e outras
homenagens a Santa de Caravaggio.
Ao longo dos anos, casais da comunidade eram responsáveis pela organização da Romaria e Festa, que acabou se tornando o maior evento religioso da Região.
Em 2010 foi comemorado o Cinqüentenário de Caravaggio de Canela e nestes últimos anos o local vem recebendo novos equipamentos como o Centro de Eventos Culturais, Turísticos e Religiosos e novo restaurante.
A Romaria e Festa de Caravaggio, em Canela, tem cunho religioso e turístico, proporcionando de fé e religiosidade, oferecendo aos participantes atrações de lazer e cultura, num Parque que conta com 7,5 hectares de mata nativa e infra-estrutura para receber o público, que em 2011 passou a marca de cem mil pessoas.
A Romaria e Festa de Caravaggio é um dos maiores evento de Canela e conta com mais de cem mil fiéis e visitantes de várias partes do Estado, numa promoção da Paróquia Nossa Senhora de Lourdes.
NG Canela (0017)
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